A camionista mais idosa do mundo faleceu recentemente, deixando para trás uma história de vida marcada pela paixão pela estrada e pela superação de preconceitos num setor tradicionalmente dominado por homens.
Conhecida internacionalmente pela sua longevidade ao volante de pesados, a idosa continuava a conduzir camiões numa idade em que muitos já se encontram afastados da vida ativa. A sua determinação e energia tornaram-na um símbolo de vitalidade e inspiração para profissionais do transporte rodoviário em vários países.
Ao longo de décadas, percorreu milhares de quilómetros, enfrentando longas jornadas, diferentes condições climatéricas e os desafios próprios da profissão. Colegas e admiradores destacam a sua simpatia, experiência e dedicação ao trabalho.
Nas redes sociais, multiplicam-se as mensagens de pesar e homenagem, recordando o seu percurso singular e o exemplo de resiliência que representou.
Com a sua partida, o setor do transporte perde uma figura emblemática, mas o seu legado continuará a inspirar gerações futuras a seguir a estrada com coragem e paixão.
Fonte:Leboncoin du Transport
